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Ambientalistas criam movimento para proteger a Via Costeira

AMBIENTALISTAS CRIAM MOVIMENTO PARA PROTEGER A VIA COSTEIRA E COBRAR QUE ACESSOS À PRAIA SEJAM ERGUIDOS. NA OPINIÃO DELES, NOVOS HOTEIS NEM PENSAR

REPRESENTANTES DE VÁRIAS entidades reuniram-se ontem à noite na sede do Conselho Comunitário de Ponta Negra para organizarem o movimento "A Via Costeira é nossa", uma reação ao interesse de grupos econômicos em construir mais hotéis naquela região. Ambientalistas planejam uma manifestação no antigo Vale das Cascatas, no dia 18 de agosto. Foi o segundo encontro do grupo. No sábado eles se reuniram em Mãe Luiza e deram os primeiros passos para tentar mobilizar a sociedade no intuito de "manter a Via como um espaço público", ou seja, além dos espaços de proteção ambiental, eles cobram a construção dos acessos à praia, projeto há muito tempo discutido e nunca sequer citado por algum governo. 

Estavam no Conselho Comunitário 26 pessoas, de entidades, como a própria Associação de Moradores de Ponta Negra, a Filhos da Mãe (de Mãe Luiza), Conselho Comunitário de Mãe Luíza, 
ONG Baobá, associações de usuários de bicicleta como a Bicicletada e a Ponta Negra Bike, Associação Amigos da Natureza (Aspoan), S.O.S Ponta Negra e uma advogada do Escritório Popular, projeto de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A principal tese do grupo é que a lei não permite a construção de mais hotéis na Via Costeira e a Advocacia Geral da União (AGU) já estava requerendo os terrenos de volta, já que os empreendedores não usaram eles para os seus projetos. 

Para Marísia Baesse de Oliveira, da Aspoan, a Via Costeira é Área de Proteção Permanente (APP) e desde que ela começou a ser projetada em 1977, foi dado um prazo de 20 anos para que os empreendimentos pudessem ser construídos, inclusive incentivos fiscais foram dados para esse fim. "A Via é uma APP desde 2010, depois de formado um consenso entre o Ibama, o Idema e a Prefeitura de Natal, então ela deve i car somente com os 13 hotéis que já estão lá", falou ela. 

O diretor da ONG Baobá, Haroldo Motta, considera que, caso os hotéis sejam construídos, "irão matar a galinha dos ovos de ouro" do turismo local, ou seja, o cenário paisagístico. Motta também defende o melhor usufruto da Via pelo natalense e não apenas pelo turista. "Natal tem essa capacidade natural de encantar o visitante, mas os gestores públicos devem pensar no apelo anti-stress que o lugar tem para o natalense também", disse ele. Os participantes reforçaram a noção de que "patrimônio paisagístico é patrimônio econômico". 

A maioria deles usa a Via para transitar de carro ou de bicicleta. Questionado se tomava banho de mar naquele trecho, Pedro Baesse, disse que vai raramente, por causa da falta de infraestrutura. "Os acesssos são precários. Há somente duna. Esse é um ponto a ser discutido: precisamos dos acessos construídos", diz ele. 

O "A Via Costeira é nossa" pretende realizar uma manifestação, com panl etagem e, talvez uma apresentação musical, no antigo Vale das Cascatas, no sábado, dia 18 de agosto. "É um pontapé para transformar o Vale das Cascatas em uma concha acústica, já que nossa cultura está abandonada", afirmou a poeta Deth Haak, uma conhecida articuladora do movimento S.O.S. Ponta Negra, que se opôs, em 2007 à construção de prédios no entorno do Morro do Careca.

Os participantes também estão organizando uma atuação mais forte nas redes sociais e já possuem página no Facebook. Além disso, articulam o envolvimento de outras instituições na querela, como o Ministério Público Federal, o Congresso Nacional, além do próprio Ibama. A reunião seguinte acontece na próxima segunda-feira, na sede da Associação de Moradores de Ponta Negra. 

Ponta Negra pede socorro

Diário de Natal - 6 de junho de 2012 

Moradores, turistas e comerciantes pedem soluções urgentes para a praia natalense

Se você olhar, você vai ver. É impossível dar uma volta no calçadão de Ponta Negra e não lembrar do novo slogan da prefeitura do Natal, presente nos comerciais de televisão, inclusive no nobre (e caro) horário entre o Jornal Nacional e Avenida Brasil. Pois bem, em Ponta Negra, se você olhar, leitor, vai ver uma bela baía formada pelo mar, um monumental Morro do Careca, encanto de turistas do mundo inteiro. São muitos atrativos naturais. Mas também há outro olhar em Ponta Negra. O olhar que percebe o calçadão destruído, postes que vieram abaixo, quiosques encostados, lama escorrendo para a praia, lixo acumulado, escuridão à noite. Ponta Negra padece como nunca antes. Os natalenses clamam por socorro.


Calçadão destruído, quiosques desativados e lama espalhada: retrato de uma orla decadente e abandonada. Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press
Relembremos os últimos acontecimentos. A prefeitura, através de duas secretarias, promete resolver o problema de reparo no calçadão até julho. Diz que obras definitivas dependem de um estudo complexo sobre a praia, mas que as medidas paliativas precisam ser feitas. A Secretaria de Serviços Urbanos (Semsur) passa a bola para a Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Seturde), que por sua vez conta com a solução mais viável, vinda do Programa de Desenvolvimento do Turismo. O Prodetur, por sinal, resolveria não apenas os problemas em Ponta Negra, mas também em toda a orla da capital. Parcerias com os governos do Estado e federal já foram cogitadas.

As secretarias do município e o Ministério Público, além de órgãos como Ibama, Caern, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, associações de moradores, entre outros, já fizeram vistorias para enumerar os problemas. Pouco adiantou em termos de resultados práticos. Até a UFRN se ofereceu para elaborar um projeto. É caro, disseram as autoridades. Um milhão de reais. O município não tem como pagar, afirmou o estudioso. Enquanto tanta gente discute o que fazer, os moradores, comerciantes, turistas e frequentadores de Ponta Negra pedem para ser ouvidos. Clamam por urgência na solução do problema. Eles são muitos, e fazemum grito de socorro para que alguém, seja prefeitura, governo, iniciativa privada, quem for, que alguém faça algo para que Natal não perca seu cartão-postal.

Maré alta

Ontem à noite foi de lua cheia, para temor do comerciante Alessandro Alves, do Quiosque 15. O receio que a maré alta fosse impiedosa novamente apavorava Alessandro desde as primeiras horas da manhã, quando ele encontrou a equipe de reportagem do Diário de Natal. Ele temia que a maré subisse a ponto de derrubar o restante do trecho que cedeu há três semanas e que retirou o poste e o quiosque onde trabalha do local. "Vi na tábua de marés e vai dar bem alta hoje", contou. Quando este jornal estiver em suas mãos, caro leitor, as águas poderão ter levado o sustento da família de Alessandro e de vários outros comerciantes. Ou poderá ter sido apenas mais um susto, seguido de novo temor da próxima lua cheia.

Nas imediações onde ficava o quiosque de Alessandro o cenário parece de filme. A faixa de areia está tomada de entulhos. Canos espostos levam água suja para a praia. Um poste caiu e outro ameaça ruir. Do poder público, os únicos sinais da presença é o adesivo "interditado", que isola o calçadão destruído, e uma escada de madeira, que dá acesso à praia. "Está um desastre. Comércio ruim, o pessoal se virando como pode para trabalhar, perigo de queda do poste, esse esgoto jorrando. À noite aqui também é escuro, com riscos de assaltos. Parece que não há mais o que fazer. Esperamos melhorias porque a natureza está impiedosa. Virou uma calamidade pública".

Segundo Alessandro, a empresa contratada pela Cosern para cuidar da iluminação em Ponta Negra espera apenas que o pior aconteça. "Alguns trabalhadores me disseram que não tem como vir aqui retirar esse poste que está caindo. O caminhão munck não pode entrar no calçadão com tantas interdições. Disseram que vão aguardar cair para poder tirar. Vamos ver no que vai dar", afirmou. O camelô Jailton Pereira, que trabalha há 10 anos em Ponta Negra, lamenta a situação de Ponta Negra. "Diminuiu muito a frequência dos turistas aqui. Acho até certo tirarem eles daqui por causa dos riscos de acidente. As pessoas só vem aqui, tiram fotos e pouco depois iniciam as obras, mas devagarinho param. Está faltando mais atitude. Que se faça alguma coisa rápida e urgente", protestou.

Quem também pediu um olhar mais atento aos quiosqueiros foi a presidente do Conselho Comunitário do bairro e que faz parte do grupo SOS Ponta Negra, Cíntia Fernanda de Lima. "Aquelas pessoas vivem daquilo, não podem ficar sem trabalhar", disse ela, que afirmou que, na medida do possível, os problemas estão sendo reparados no calçadão, até mesmo com ajuda das associações de trabalhadores e quiosqueiros. Mas a líder comunitária reclama da demora. "Na semana passada fizemos uma reunião sobre o Projeto Orla e se discutiu muito sobre o estudo aprofundado da praia. Acredito que levaria até dois anos. O mar está levando toda a areia e criando bancos de areia e o que a gente vê são as obras andando em ritmo muito lento. A gente sabe que a qualquer momento amaré virá alta e vai derrubar tudo de novo. A maré não dá trégua", diz ela.

Depoimentos

"As obras andam em ritmo muito lento. A gente sabe que a qualquer momento a maré virá alta e vai derrubar tudo de novo. A maré não dá trégua", Cíntia de Lima - SOS Ponta Negra

"Diminuiu muito a frequência de turistas aqui. Está faltando mais atitude. Que se faça alguma coisa rápida e urgente", Jailton Pereira - Camelô

"Tenho medo até da lua cheia. O caminhão munck não pode entrar no calçadão com tantas interdições. Disseram que vão aguardar o poste cair para poder tirar", Alessandro Alves - Comerciante

"Tem esgoto aqui do lado. Está fedendo. Já recomendei a um amigo que nem viesse. Estou decepcionado porque ninguém está fazendo nada", Francisco Jesuíno - Aposentado

Sugestões para regulamentação da ZPA-6 (Morro do Careca)

* Fonte Associação de Moradores dos Conjuntos Ponta Negra e Alagamar (AMPA)

O documento que deve ser entregue no dia 8 de maio de 2012 à SEMURB, com cópia ao CONHABINS  cobrou a urgência do tema e demandou a proximidade das datas das reuniões, que aconteceram a portas abertas e com os meios de divulgações disponíveis na AMPA.

PROPOSTA DA COMUNIDADE

                Esta proposta tem como diretriz a construção de uma Unidade de Conservação para toda ZPA -6 e a preservação total dos recursos naturais, topográfico e cênico-paisagísticos.
               Este documento está de acordo com as contribuições do Ministério o Público, acresce e reforça:
                A comunidade propõe que a área ZPA 6 (área total de 363,171103 ha), que corresponde a 51% do Bairro de Ponta Negra (área do Bairro de 707,16ha), seja configurada como Área de Preservação em todo a extensão da Zona e que a regulamentação seja prioritariamente para torná-la uma Unidade de Conservação Ambiental. Sendo passível de assimilar os seguintes usos:    

I - Trilhas ecológicas;
II - Pesquisas científicas que não descaracterize a paisagem, a vegetação, a topografia e a principal função de preservar os recursos naturais da área;
III - Segurança e fiscalização da área;
IV - Uso militar que não descaracterize a paisagem, a vegetação, a topografia e a principal função de preservar os recursos naturais da área;
V - Equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas (banheiro, salas de apoio, portaria, guarita), que não descaracterize a paisagem, a vegetação, a topografia e a principal função socioambiental de preservar os recursos naturais da área e, que tenham aprovação do órgão ambiental competente, na forma da Lei, com no máximo um pavimento de 3 metros de altura.


                A área de conservação remete a um plano de manejo que deve ser debatido entre os viventes da cidade, a comunidade residente, corpo técnico da Prefeitura, Ministério Público, a Aeronáutica e demais representantes de entidades, ou seja, com ampla participação popular, nos parâmetros do Estatuto da Cidade e do SNUC (Lei 9985/2000 – lei federal). Sob a diretriz de preservação total dos recursos naturais, topográfico e cênico-paisagísticos.
                Caso a regulamentação não seja a Unidade de Conservação a lei que a regulamentará deve considera-la como Zona de Preservação e o único uso que deve ser permitido são as ocupações militares, já realizadas no local. Só tem sentido ter alguma construção fora disto, caso seja para a Unidade de Conservação, conforme o estabelecido anteriormente.

Alterações e contribuições da proposta de Anteprojeto de Lei da SEMURB

                Pontualmente, a comunidade propõe alterações no Anteprojeto de lei da ZPA-6, que consta no relatório fase II, módulo 3 – Urbanístico, produto 7 (das paginas 188 a 195), retirado do site da SEMURB em 29 de abril de 2012 nos artigos:

Artigo 1° – Neste primeiro artigo deve-se estabelecer a Unidade de Conservação do Morro do Careca, apresentando os limites e a área do que esta sendo indicado como ZPA 6  e indicar o anexo da imagem no artigo. A comunidade atenta que há um engano na escrita do Anteprojeto que nomina a ZPA do Morro do Careca de ZPA 8, sendo esta a ZPA 6.

Artigo 2°–é sugerida alteração nos objetivos da Lei à proteção indicada apenas dos cordões dunares, ampliando para tabuleiros costeiros, campos dunares, planícies de deflação, praias, arenitos, recifes e a cobertura vegetal natural, considerando a defesa de outros ecossistemas frágeis. Além disto, sugere-se o acréscimo de proteção à questão cênico-paisagística do Morro do Careca.

Artigo 4° – sugere-se a inserção das coordenadas georeferenciadas dos limites da ZPA -6, no anexo I deste anteprojeto de Lei, conforme consta no Plano Diretor Municipal (82/07).

Artigo 5°– Sugere-se que o Zoneamento Ambiental restrinja os atributos indicados no Anteprojeto da SEMURB quanto ao potencial de usos sustentáveis acrescendo: potencial de usos sustentáveis que visem à preservação dos recursos naturais e não descaracterizem a topografia, a paisagem, em especial a paisagem cênica do Morro do Careca e os ecossistemas existentes. Permitindo no máximo um pavimento ou 3 metros de altura, através de aprovação do órgão competente, na forma da lei.  Sendo estes:

     I - Trilhas ecológicas;
     II - Pesquisas científicas;
     III - Segurança e fiscalização da área;
     IV - Uso militar;
   V - Equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas (banheiro, salas de    apoio, portaria, guarita). 

                Caso a regulamentação não seja a Unidade de Conservação a lei que a regulamentará deve ser considera-la como Zona de Preservação e o único uso que deve ser permitido são as ocupações militares, já realizadas no local. Só tem sentido ter alguma construção fora disto, caso seja para a Unidade de Conservação, conforme o estabelecido anteriormente.

Artigo 6° - Sugerimos que neste conste a proibição de ocupação. Salvo as sugestões apresentadas no Artigo 5° deste documento.

Artigo 7° - Sugere-se uma restrição sobre a extração e alteração do perfil natural do terreno, sendo esta somente para fins de pesquisa científica e atividades ligadas a conservação e recuperação da ZPA 6.

Artigo 8° - Sugere-se a inserção das coordenadas georeferenciadas dos limites da ZPA -6, no anexo II do anteprojeto de Lei, conforme consta no Plano Diretor Municipal (82/07) e o acréscimo no carimbo do Anexo II da área total e das áreas já ocupadas pela Aeronáutica e CAERN.

Artigo 9°–Sugere-se a retirada do inciso V. Este não se enquadra ao requerido para a área - preservação dos recursos naturais e cênico-paisagísticos – pois permite diversos usos privados como shoppings e clubes de recreação. Altera-se também o Inciso IV, acrescendo o Paragrafo 1°: programas de uso público destinado à educação ambiental, do tipo:

I - Trilhas ecológicas;
II - Pesquisas científicas;
III - Segurança e fiscalização da área;
IV - Uso militar que não descaracterize a paisagem, a vegetação, a topografia e a principal função de preservar os recursos naturais da área;
                     V - Equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas (banheiro, salas de apoio, portaria, guarita), que não descaracterize a paisagem, a vegetação, a topografia e a principal função de preservar os recursos naturais da área e que tenham aprovação do órgão ambiental competente, conforme a lei, com no máximo um pavimento de 3 metros de altura

§1° Não serão permitidos usos área que não os definidos nos incisos deste artigo.

Artigo 10 –Sugere-se modificar no inciso VI quanto à permissividade de construções de interesse publico na área, restringindo estas as sugeridas no Artigo 9° deste documento. 

        Sugere-se que não seja admitido desmembramento da área e caso haja desapropriação que este terreno seja reintegrado a área da ZPA 6 e desenvolvidas atividades de recuperação ambiental.

Artigo 11 – Este artigo é contraditório em relação ao requerido de não ocupação da área, salvo a instalação de banheiros para apoio da trilha, caso este seja instalado. Sugere-se, portanto, que as instalações indicadas no artigo 9° deste documento, dependam da disponibilidade de serviços públicos de saneamento básico, que devem ter fiscalização e manutenção, assim como divulgação dos resultados de impacto e condições, a cada 6 meses, pelo órgão competente, no site da concessionaria e da SEMURB. 

Parágrafo 1 e 2 sugere-se a retirada destes, pois os usos estabelecidos não demandam tais serviços.

Artigo 12 – Sugere-se alteração para:

         A instalação de trilhas ecológicas; pesquisas científicas; segurança e fiscalização da área; uso militar, equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas e empreendimento já existente da CAERN, estão condicionadas à observância dos parâmetros relativos à classificação Empreendimentos e Atividade de Fraco Impacto (EAFI), prevista no artigo 35 da lei complementar 82/07, Plano Diretor de Natal.

Artigo 13 –O anexo III a que este artigo se refere é abusivo, pois a impermeabilização de 10% do território da ZPA 6 compõe mais de 36 hectares (360.000m2). Segundo estudos do Ministério Publico isto daria 48 campos de futebol. Além disto, a ocupação de 5% (180.000m2 aproximadamente) é alta, considerando que a ocupação da área militar atual não atinge este percentual. Este Anexo III permite uma ocupação que descaracterizaria o ambiente natural e a tipologia de uso indicada no artigo 9 desta proposta para a ZPA 6, contrapondo-se a diretriz desejada pela comunidade e incoerente com as propostas de conservação para a área.

Neste sentido, sugere-se a elaboração de um estudo técnico que comprove o impacto destes índices à área, por profissional capacitado e que este seja exposto a comunidade, através de audiência publica e disponível no site da SEMURB, apresentando dados quantitativos e qualitativas para os índices propostos. Sugere-se também a redução dos índices existentes do Anexo III.

Artigo 14 –Sugere-se a substituição do texto do Anteprojeto para: A instalação de trilhas ecológicas; pesquisas científicas; segurança e fiscalização da área; uso militar, equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas e o empreendimento já existente da CAERN (lagoa de captação), deverão ser aprovados pelo órgão ambiental municipal, com base em estudos ambientais. Sugere-se também a supressão dos parágrafos 1 e 2 deste artigo.

Artigo 15 - Sugere-se neste artigo a adição do tipo de áreas e projetos que serão possíveis na ZPA 6. Neste caso só permitindo áreas e projetos voltados a: instalação de trilhas ecológicas; pesquisas científicas; segurança e fiscalização da área; uso militar, equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas e empreendimento já existente da CAERN, que não comprometam o ecossistema local, a paisagem, a topografia e questões ambientais envolvidas.

Artigo 16 – Sugere-se que o inciso II defina o tipo de implantação de equipamentos públicos permitidos na área. Sugere-se também que estes sejam limitados a instalação de trilhas ecológicas; pesquisas científicas; segurança e fiscalização da área; uso militar, equipamentos de apoio para as trilhas e pesquisas científicas e empreendimento já existente da CAERN, que não comprometam o ecossistema local, a paisagem, a topografia e questões ambientais envolvidas.

Finalizando este documento:

1.                  Acresce como sugestão ao Anteprojeto da SEMURB uma área de amortecimento no entorno da ZPA-6, devido a área de fragilidade referente a AEIS e a ZET-1, com estabelecimento de índices e parâmetros que não permitam verticalizações que gerem impacto visual a ZPA 6;

2.                  A colocação de um limite físico, devidamente identificado, que demarque a ZPA-6. Esta demarcação deve ser debatida e acordada com a população residente;

3.                  A possibilidade de se instalar banheiros secos no local, fomentando a trilha ecológica e educativa. Caso este seja implantado, o órgão responsável deve manter o relatório de impacto e manutenção a cada 6 meses, expondo-o no site da SEMURB;

4.                  O sistema de saneamento básico da área do entorno, já saturado, deve ser revisado e proposto projeto de atualização para evitar contaminação da área ambiental, já constatada atualmente (contaminação do poço de Ponta Negra por nitrato) – Laudo da UFRN 2006. 

Centro de Referência em Direitos Humanos em Ponta Negra nesta sexta (2)

Assembléia Zona Sul - 19h no Centro Comunitário de Vila de Ponta Negra

O Centro de Referência em Direitos Humanos é uma instituição nova no estado, vinculada à UFRN e financiada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Atua de forma multidisciplinar com psicólogos, assistentes sociais e advogados, bem como estagiários de cada área. Realiza atendimentos em sua sede, localizada à av. Gustavo Guedes, 1880, Cidade Jardim. Visa a dar encaminhamento jurídico e de assistência psicossocial a casos de violação em direitos humanos em esfera individual e coletiva. 
Além dos atendimentos e encaminhamentos de casos, realiza prestação de informações sobre direitos e serviços e fornação em direitos humanos para lideranças comunitárias, bem como atividades do CENTRO ITINERANTE, tais como atendimento psicossocial e jurídico nas comunidades, assembleias, seminários em direitos humanos, oficinas, eventos e formações.
Abrange regiões administrativas de Natal e cidades-pólo como Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros.

Qualquer coisa, pode entrar em contato conosco através dos telefones 3215-1655, 9193-6419 ou pelo e-mail crdh.ufrn@gmail.com.

Abraços!

Natalia Guimarães
Estagiária de Direito - CRDH

Câmara discute regulamentação da AEIS da Vila de Ponta Negra

Antes de qualquer coisa é imperativo o esclarecimento da população sobre o que realmente significa uma Área Especial de Interesse Social.

SOS ponta Negra

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Câmara Municipal de Natal - 22/11/2011


Vereadores ouviram representantes da Prefeitura, da UFRN e da comunidade de Ponta Negra.
A regulamentação de Área Especial de Interesse Social (AEIS) da Vila de Ponta Negra foi tema de uma audiência pública realizada nesta terça-feira (22), na Câmara Municipal de Natal, por proposição do vereador Raniere Barbosa (PRB).

Participaram da audiência representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), do Ministério Público, do Conselho Comunitário de Ponta Negra e da UFRN.
Fruto de um abaixo-assinado de iniciativa popular, a criação da AEIS está prevista no Plano Diretor de Natal de 2007 e tem como objetivo impedir a construção de prédios próximos ao Morro do Careca, como forma de preservar a visão cênico-paisagística do principal cartão postal da cidade e evitar que a comunidade sofra com a especulação imobiliária. A previsão era de que a AIS fosse regulamentada até 2009, mas até hoje isso não aconteceu.

O vereador Raniere Barbosa destacou a importância do debate para a comunidade. "É preciso socializar o debate com os moradores e com todos os segmentos envolvidos e discutir a questão de forma transparente e participativa", destacou.

Durante a audiência, o secretário adjunto de Planejamento da Semurb, Carlos da Hora, falou sobre o Plano Setorial da Região Sul, que contempla além da AEIS da Vila de Ponta Negra, os bairros de Neópolis e Capim Macio. De acordo com o secretário, o plano irá detalhar ordenamento do uso e ocupação do solo urbano e otimizar a função socioambiental da propriedade.

"Estamos em fase de discussão da minuta do projeto e a expectativa é que em dezembro o calendário de execução do Plano Setorial seja publicado", afirmou Carlos da Hora.

A presidente do Conselho Comunitário de Ponta Negra, Cíntia Fernandes, cobrou agilidade na execução do projeto. De acordo com ela, a regulamentação da AIS beneficiará diversas ações sociais e culturais que já ocorrem no bairro, como o projeto Encantos da Vila e as ações de turismo de base desenvolvido pela própria comunidade junto aos comerciantes da orla.

O professor do Departamento de Arquitetura da UFRN, Rubenilson Brazão, afirmou que a AEIS não é instrumento isolado. O professor citou outras políticas para a área ainda pendente de regulamentação, como o reconhecimento do Morro do Careca e dunas adjacentes como monumento municipal e estadual.
"A AEIS tem um sentido inicial de proteção ambiental, mas também como facilitador para que outras políticas públicas venham a ser implantadas na área. É um instrumento dentro de vários outros", destacou Brazão.

Também participaram da audiência os vereadores Sargento Regina (PDT), George Câmara (PCdoB) e Luis Carlos (PMDB).

Em outubro de 2011 a especulação imobiliária estava sufocando os moradores de Ponta Negra. E agora? Mudou alguma coisa?

Diário de Natal - 23 de outubro de 2011

Há duas décadas o bairro e a Vila de Ponta Negra registram um crescimento imobiliário vertiginoso. Para a presidente do Conselho Comunitário de Ponta Negra, Cíntia Fernanda de Lima, esse fator preocupa porque a especulação imobiliária tem feito com que famílias de pescadores tradicionais do bairro sofram pressão constante para vender seus imóveis. "Temos que manter a tradição e manter os moradores aqui na Vila. Senão corremos o risco de perdermos nossas raízes culturais. Dizem que somos contra esses investimentos em grandes prédios, não é isso. É o custo que isso traria para a comunidade", afirmou.

O Conselho está discutindo com a comunidade formas de se regularizar a Área de Especial Interesse Social (AEIS), aprovada em 2007 e que nunca foi implementada. A mudança é feita com base em um estudo da UFRN onde se analisa diversos fatores e o impacto ambiental. Prevê, por exemplo, a limitação em 7 metros e meio de altura para a construção civil. "A AEIS está prevista no Plano Diretor de Natal, que será revisado em 2012. Por isso estamos retomando esse assunto agora com a comunidade".

Preocupar-se com a preservação do meio ambiente também inclui olhar para saneamento e coleta de lixo. Por sinal, outro problema relatado pelos moradores da Vila é o acúmulo de lixo nas ruas. O italiano Lucas Buralli, que mora há 6 anos no bairro, disse que escolheu o local para montar uma pousada e para realizar um trabalho voluntário, montar uma escolinha de surf. "Não recebemos qualquer apoio governamental, nem mesmo quando precisamos retirar o lixo das ruas. Aqui perto tem um local com muito lixo, e ligo para a Urbana e eles ficam adiando a retirada", informou. "Aqui é um bom lugar, mas tem seus problemas. Minha família, quando vem aqui, diz que eu sou louco por morar aqui".

Apesar de todos os problemas, pessoas como Buralli vivem ali felizes. Francleide dos Anjos, 19 anos, por exemplo, passa o dia vendendo camisetas na praia. Ela montou uma barraca e, por causa das vendas em baixa, dedica parte de seu dia a escrever poesias. "Escrevosobre o amor. São mensagens românticas", diz ela, contemplando o vai-e-vem das ondas da praia próxima ao Morro do Careca. A jovem diz que mesmo às vezes tendo que passar uma temporada com a família na Zona Norte, prefere viver na Vila, que divide com o irmão, surfista pré-adolescente. "Aqui é o meu lugar. Gosto da movimentação de pessoas aqui, dos turistas, da cultura e da praia".

Insegurança
Os moradores também sentem que a Vila de Ponta Negra carece de infraestrutura de segurança pública. "Aqui acontecem muitos assaltos, tráfico de drogas, acerto de contas. Vivemos com medo de sair à noite", afirma uma moradora que, por causa do assunto, preferiu não se identificar. O motorista de ônibus Eric Vandilson, que trabalha na linha 46 (Ponta Negra / Rocas, via Praça), revela que tem medo de circular no trecho à noite. "Minha linha não entra em algumas ruas consideradas mais perigosas, como o 54 e o 56, mas circular aqui após às 22h é correr um risco grande de assalto", diz.

A frequência dos roubos e assalto é maior quando se aproxima a temporada de festas, como Carnatal, final de ano e vésperas de São João. "Ainda assim, é bom trabalhar aqui durante o dia. A comunidade vive em paz, a vida transcorre normalmente. Fazemos amizades, conhecemos figuras inusitadas, enfim, há nove anos estou aqui e fiz um vínculo afetivo com o bairro". Durante seu expediente de 7 horas e 20 minutos, Eric passa pelo menos uma hora e vinte minutos diariamente no terminal da linha em que trabalha, nos arredores da Igreja de São Sebastião.

O coronel Wellington Alves, comandante de policiamento metropolitano, que abrange a área, disse que a Vila é de responsabilidade do 5º Batalhão da PM. O quantitativo é variável de acordo com o número de ocorrências. Por isso a PM operacionaliza o aumento de efetivo com suplemento da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam), e do Batalhão de Choque (BPChoque). "A maior parte das ocorrências é com relação a tráfico de drogas, que depende mais da polícia civil para investigar. O ostensivo fardado vem sendo cumprindo. Além do efetivo do 5º BPM, Rocam e BPChoque, também contamos com a Companhia Independente de Turismo, que atende na orla marítima e nas áreas de pousadas. Faltar policiais, não falta", garantiu.

Segundo o comandante, o que ocorre é alguma deficiência pontual, justificada pelo déficit de efetivo, o que também acontece em outros bairros de Natal. "Quando há denúncias de tráfico de drogas ou outro tipo de crime, o efetivo é aumentado, e inclusive pedimos à população para que colabore conosco. Ligando no 190, o número é democrático, sigiloso, e importante para fazer as denúncias".

Em Ponta Negra também ronda o perigo do HIV e da tuberculose

Diário de Natal - 23 de outubro de 2011 

Como qualquer localidade formada, em sua maioria, por pessoas pobres, a Vila de Ponta Negra também sofre com as doenças que afligem a população. No caso da Vila, duas enfermidades preocupam as autoridades de saúde pública. É alto o índice de pessoas (homens, mulheres e adolescentes nativos e turistas), infectados com o vírus HIV, que provoca a AIDS. Também começa a preocupação com o número de pessoas com tuberculose, ainda tímido, mas crescente. "Não temos dados consolidados, mas percebemos pelo número de pacientes atendidos diariamente, que solicitam exames e são acompanhados por nossas equipes", conta a diretora da Unidade Básica de Saúde de Ponta Negra, Élida Maria Fernandes.

Por causa da grande demanda, o posto tem 47 funcionários. Por dia, são mais de 90 atendimentos médicos, odontológicos, ginecológicos e de psicologia na unidade. Outros 50 são referendados, ou seja, encaminhados para outras unidades. Ali também funciona a distribuição do Programa do Leite. O "posto de saúde", como os moradores chamam,também fornece medicamentos gratuitos e "todo tipo de exame", segundo a diretora. São 75 exames/dia.

"É assustadora a recorrência de pessoas com o vírus HIV. Nós fornecemos os medicamentos do coquetel e orientamos com relação ao uso do preservativo, outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e cuidados com infecções urinárias decorrentes de relações sexuais sem proteção", conta a diretora.

Com relação à tuberculose, a doença é considerada relativamente rara nos dias de hoje, mas três casos foram diagnosticados apenas na segunda-feira. "Nesse caso, orientamos com relação aos cuidados com a higiene, especialmente nos primeiros quinze dias da doença, para evitar novas contaminações", contou a presidente do Conselho Comunitário de Ponta Negra, Cíntia Fernanda de Lima, que trabalha na unidade de saúde. "É preciso evitar com que quem se infectou com a bactéria cuspa na parede. Isso pode provocar contágio, pelo menos nos primeiros quinze dias".

Obviamente HIV e tuberculose preocupam por causa da gravidade, mas as doenças mais comuns na Vila de Ponta Negra são outras. "Temos muitos hipertensos, pessoas com diabetes e verminoses dermatológicas". Ela conta que os casos ocorrem especialmente por causa da má-higienização do corpo, como por exemplo, o desleixo com o couro cabeludo, o que provoca a presença de piolhos. "Infelizmente a Vila também tem grande número de jovens com problemas psiquiátricos provocados por causa de drogas, e os pais desses jovens, que precisam tomar antidepressivos para evitar o pior", acrescenta a diretora, Élida Fernandes.

Evento "SESI e você contra a Dengue"


Evento "SESI e você contra a Dengue":
A proposta do SESI DR/RN é realizar uma ação, denominada "SESI e você contra a Dengue", com o objetivo de sensibilizar a população do nosso estado para o combate à Dengue.
A ação acontecerá no dia 11 de junho de 2011, das 8h às 12h e contará com a participação das Secretarias de Saúde do Estado e do Município de Natal.


Foram confeccionados 50.000 (cinquenta mil) calendários com informações sobre a dengue, para serem distribuídos em seis pontos ( Ponta Negra- Vila e Conjunto Bairro de Mãe Luiza, bairro de Bom Pastor, bairro de Felipe Camarão, Estação Rodoviária de Natal, Estação Ferroviária da Ribeira e no "Trevo de Igapó"). Esses locais foram definidos com base no Mapa Epidemiológico do Município de Natal.


Para a realização do evento contamos com a participação dos seguintes parceiros (Secretaria Estadual de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde, Fundação Bradesco, Grupo de Escoteiros Tradicionais do RN, ONG Casa do Bem, ONG Baobá, SOS Ponta Negra, Conselho Comunitário de Ponta Negra, SEMTAS, Lideranças Comunitárias, Igrejas e comunidade em geral).

Nos três bairros (Mãe Luiza, Bom Pastor e Felipe Camarão), colocaremos um carro de som e faixas, onde os voluntários e a equipe de trabalho irão percorrer as ruas fazendo a distribuição dos calendários e sensibilizando à população sobre o tema.

Nos outros pontos (rodoviária, CBTU e "Trevo de Igapó") teremos pesssoas do SESI fazendo a distribuição para quem estiver saindo da cidade.
Estimamos um número de 300 (trezentas) pessoas voluntárias, trabalhando no evento.

Possivelmente teremos a cobertura da Intertv Cabugi.

CONSELHO COMUNITÁRIO: Reunião discute serviços urbanos para Ponta Negra

Cíntia Fernanda (de amarelo), presidente do Conselho Comunitário de Ponta Negra e comissão são recebidos pela prefeita Micarla de Sousa e secretários.

A reunião realizada na sede da Secretaria Municipal de Turismo (Seturde) na última sexta-feira (20), entre representantes do Conselho Comunitário de Ponta Negra e  Prefeitura, rendeu frutos: ao longo desta semana, técnicos de diversas secretarias estarão visitando a Vila de Ponta Negra para identificar demandas que necessitam de atenção urgente por parte das pastas de Mobilidade Urbana, Obras e Infra-estrutura, Serviços Urbanos, Meio Ambiente e Urbanismo e Urbana. Entre as principais reivindicações apontadas, destaca-se a necessidade de manutenção de praças e vias públicas (operação tapa-buraco), melhorias no serviço de coleta de lixo e sistema de transporte público.


Hoje pela manhã, Urbana e Semob circulam pelo bairro guiadas por comissão de moradores; amanhã (25) será a vez da Semsur; na quinta-feira (26) é dia da Semopi verificar as necessidades do bairro; e na sexta-feira (27) é a Semurb quem está com visita agendada. 

“Neste primeiro momento estamos trabalhando com os olhos voltados para a Vila de Ponta Negra. Depois chegaremos com as demandas dos Conjuntos e da praia”, disse a presidente do Conselho Comunitário do bairro Cíntia Fernanda de Lima.

POLUIÇAO SONORA EM PONTA NEGRA - perturbação do sossego: Como proceder?

MENSAGEM RECEBIDA

Caros amigos, preciso de ajuda:

Há aproximadamente 01 ano, uma casa que fica em minha rua (rua Dr. manoel Augusto Bezerra de Araújo) foi alugada para uma pizzaria..até então tudo bem, pois como a minha residência fica na parte "calma" da rua ( após o cruzamento com a rua Curimataú).. Mas, há algum tempo a coisa mudou e eu nao tenho mais sossego... Há 04 dias seguidos esta pizzaria faz festas e a ultima, hoje(de 20 para 21 de maio) já não sei o que fazer pra conseguir dormir...

A tal pizzaria chama-se "Curva do Vento", e eles agoram chamam bandas que começam a tocar por volta das 11:30hs da noite... na ultima quinta-feira procurei a delagacia do meio ambiente, porém estão em greve, e fui há algumas delagacias na sexta-feira e não há qualquer delegacia faça boletins de ocorrência em função da greve...

O que fazer????? Por favor me dêem uma luz... Preciso dormir... estou igual a um zumbi há 04 dias...!!!!!
Tenho fotos, filmagens , e hoje (sábado de madrugada) vi e falei com alguns policiais que acompanhavam tudo de longe, que disseram-me que lá estariam o pessoal da Semurb e Covisa, porém não vi qualquer funcionário uniformizado ...

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Cara Andrea

Sugiro q vc faca formalmente, através de ofício intitulado denuncia, um protocolado na Semurb e outro no Ministério Publico. Em um dos itens informe q o empreendimento Nao passou por estudo de impacto de vizinhança e seu respectivo relatório de impacto de vizinhança Nao podendo, portanto, funcionar c as atividades atuais por Nao ter tomado as prováveis medidas mitigadoras, atenuantes do conflito de uso comercial vs uso residencial.

Dessa forma os órgãos obrigatoriamente terão q abrir processo de investigação sobre a irregularidade urbanística denunciada. Depois eh So acompanhar e cobrar os resultados.

Att

MSc Leonardo Tinoco

Prefeitura recebe demandas de comissão de moradores da Vila de Ponta Negra



Data de publicação: 20/05/2011 14:31


A prefeita do Natal, Micarla de Sousa, recebeu na manhã desta sexta-feira (20), durante uma audiência com uma comissão de moradores da Vila de Ponta Negra, várias demandas de mobilidade urbana, tapa-buraco, assistência social e educação da população com a coleta e acondicionamento do lixo. Ainda participaram do encontro representantes do Gabinete Civil, das Secretarias de Mobilidade Urbana, Obras Públicas e Infraestrutura, da Mulher e Serviços Urbanos. Durante a audiência, a Prefeitura e os moradores discutiram medidas de curto, médio e longo prazo para implantar melhorias na comunidade.

"Essa é uma reunião que estou fazendo com todas as comunidades, para juntos discutirmos as soluções que precisam ser empregadas. Ontem estivemos com moradores do Jiqui, Pirangi e Neópolis; hoje com Ponta Negra e assim faremos com outros bairros", declarou a prefeita.

Além de receber as demandas, a prefeita também expôs aos moradores as dificuldades financeiras da Prefeitura frente à crescente responsabilidade do município. Da parte da Prefeitura, ficou o comprometimento dos representantes do Executivo Municipal de avaliar as questões trazidas pela comissão de moradores e encaminhar as providências Necessárias.

O encontro, que durou mais de duas horas, foi considerado bastante produtivo pela presidente do Conselho Comunitário de Ponta Negra, Cíntia Fernanda de Lima e pelos outros seis representantes de Conselho Comunitário e Associação de Quiosques do bairro. 

"Esse encontro está sendo muito importante para todos nós, pois aqui estamos sendo ouvidos e discutindo com a prefeitura as necessidades da Vila de Ponta Negra", declarou a presidente do Conselho, Cíntia Fernanda de Lima.


Pauta da audiência

Urbana: Recolhimento de entulho e poda, criação de um Ecoponto na Vila de Ponta Negra, além de um trabalho de educação ambiental preventiva com a comunidade.

Semurb: Fazer a adequação dos acessos à praia, fiscalizar as invasões no terreno da Barreira do Inferno.

Semsur: Construção de um Centro de Velório e revitalização de praças. 

Semopi: Foram solicitados reparos na vias, com prioridade ao acesso da vila para Rota do Sol e buscar um entendimento com Caern, que é responsável por vários buracos. 

Semob: Foram solicitadas mudanças em rotas, ampliação dos horários de ônibus e tirar o ponto final da Vila de Ponta Negra. 

Semtas: Criação de um CRAS em Ponta Negra.

Semana de Enfrentamento ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes

17/05/2011
Apitaço Contra a Violência.
Onde: no Bairro de Felipe Camarão com todas as Instituições envolvidas, às 9h;

18/05/2011
ll Seminário da Rede Municipal de Enfrentamento ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes: O Papel do Poder Público e da Sociedade.
Onde: No Centro Municipal de Referência em Educação Aluízio Alves – Cemure, das 8h30min às 16h30min;

19/05/2011
Passeata na Vila de Ponta Negra com apresentações de Grupos Culturais e Poetas, com Ato Ecumênico ao final, realizada pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz, Centro Cultural da Vila, Conselho Comunitário, Sociedade dos Poetas Vivos e Afins e Poetas Del Mundo.
Onde: Na Vila de Ponta Negra às15h 30min.

26/05/2011
Audiência Pública da Frente Parlamentar Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Onde: na Câmara Municipal do Natal às 9h.

Curso na Vila de Ponta Negra sobre elaboração de Projetos e Organização - Dia 18 de maio

Prezadas organizações parceiras da Vila de Ponta Negra,


conforme solicitado durante os encontros realizados em 2010, a Casa Renascer organizou um curso para as lideranças da Vila de Ponta Negra, gratuito, sobre elaboração de Projetos e Organização jurídico administrativa e financeira da organização para acessar recursos para realização das suas atividades.


O Curso terá início em 18 de maio de 2011, será realizado no Centro Comunitário pela disponibilidade do espaço e fácil localização. 


Contamos com sua presença.


Atenciosamente,
Ana Paula Queiroz
Coordenadora da Casa Renascer
3211-1555

Encontro entre Conselho Comunitário e comando do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno

Muito proveitoso o encontro de ontem (quinta, 17) entre representantes do Conselho Comunitário de Ponta Negra e o núcleo de comando do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno. Afinal somos vizinhos e precisamos agir em conjunto. A parceria está apenas começando a ser desenhada, mas promete surtir efeitos positivos na comunidade em curto prazo.

Ambos tem pressa para resolver questões comuns como invasões, lixo e esgoto irregulares, acesso de pescadores, espaço público para desenvolvimento de atividades comunitárias... há uma relação histórica entre a Vila de Ponta Negra e a Barreira do Inferno e chegou a hora de trabalharmos em conjunto em busca de soluções. Teremos novidades em breve.

Agradecemos ao comando da CLBI pelo convite para a reunião.

Yuno Silva
1º Secretário do Conselho

CONVITE GERAL: HOJE, DIA 22, 19h30, posse no Conselho Comunitário de Ponta Negra

C O N V I T E

O Conselho Comunitário de Ponta Negra convida Vossa Senhoria para participar da solenidade de posse da nova diretoria gestão 2011-2012 FILHOS DE PONTA – POR AMOR A PONTA NEGRA, a ser realizada no próximo sábado, dia 22 de janeiro de 2011, às 19h30, na sede da entidade situada à Rua Vereador Manoel Coringa de Lemos, 451 (praça da igreja Católica da Vila de Ponta Negra).

Com a certeza dos desafios de trabalhar pelo desenvolvimento sócio-econômico e cultural do bairro, contamos com sua estimada presença para fortalecer nosso compromisso.

Natal, 22 de janeiro de 2011.

Atenciosamente,

Cíntia Fernanda de Lima - Presidente
Alfredo Antônio Ramos - Vice-presidente

Yuno Silva e Ylmara Gomes Rodrigues - Secretários
Aldemir Henrique Costa e Pedro Santos Correia - Tesoureiros

Conselho Fiscal:
José Osvaldo Oliveira 
Joel de Queiroz Amorim
Onofre Gomes de Lima 
Rodolfo Guimarães Alves
Michel Platini Bezerra 
Maria das Graças Buriti

Contato: (84) 8827-2006 | 9938-6462

ONDE VOTAR?

SEÇÕES ELEITORAIS E URNAS
• Votação das 8h às 17h


SEÇÃO 01 - mapa e lista de ruas
CLUBE DE MÃES DE PONTA NEGRA
Rua Praia Cotovelo, 2260 - Conjunto Ponta Negra

SEÇÃO 02 - mapa e lista de ruas
CENTRO DE APRENDIZAGEM SUL
Rua Afonso de Magalhães, 804 – Vila de Ponta Negra

SEÇÃO 03 - mapa e lista de ruas
ESCOLA MUNICIPAL JOSEFA BOTELHO
Rua Manoel Congo, 318 – Vila de Ponta Negra

SEÇÃO 04 - mapa e lista de ruas
ESCOLA MUNICIPAL SÃO JOSÉ
Rua Manoel Coringa de Lemos, 434 – Vila de Ponta Negra

VOCÊ SABIA?

» Que o CONSELHO COMUNITÁRIO DE PONTA NEGRA, cuja sede fica na Vila, zela por todo o bairro? - da Av. Praia de Genipabu até o Morro do Careca.

» Que o bairro de PONTA NEGRA (Conjuntos Ponta Negra e Alagamar, Praia e Vila) tem cerca de 30 mil moradores?

» Que qualquer pessoa a partir de 16 anos, com comprovante de residência e documento com foto, pode votar nas eleições do CONSELHO COMUNITÁRIO?

» Que pouco mais de 900 pessoas votaram nas últimas eleições para o CONSELHO COMUNITÁRIO DE PONTA NEGRA em 2008?

QUEM PODE VOTAR?

• Qualquer pessoa moradora do bairro a partir de 16 anos;

• Para votar é necessário apresentar documento oficial com foto (RG, Habilitação, Carteira de Trabalho, etc), mais um comprovante de residência em nome da própria pessoa que está votando - vale salientar que não há limite de voto por residência;

• O bairro de Ponta Negra compreende Praia, Vila, Conjuntos Ponta Negra e Alagamar.

SEÇÃO 04 - ESCOLA SÃO JOSÉ

clique na imagem para ampliar

SEÇÃO 04
ESCOLA MUNICIPAL SÃO JOSÉ
Rua Manoel Coringa de Lemos, 434 – Vila de Ponta Negra
Votação das 8h às 17h

Lista de ruas cadastradas nesta seção [download da listagem]:

Rua 23 de Julho
Rua 31 de Março
Travessa 31 de Março
Travessa Almeida
Rua Amália Nascimento
Rua Ana Santana
Rua Antônio Mor
Rua Aparecida Bem Vindo
Rua Cabo Honório
Travessa da Campina
Rua da Campina
Rua da Floresta
Rua do Currupio
Av. Erivan França
Vila Iracema
Rua João de Deus Lima
Rua João Inácio
Rua João Norberto
Rua João Rodrigues de Oliveira
Rua João Rufino
Rua José Barrado
Rua José Brangança
Rua José da Penha
Rua José de Cícero
Rua José Devocy
Rua José Francisco do Nascimento
Rua José Hermínio
Rua José Medeiros
Rua José Seledom
Rua Vila Luiz Tião
Rua Luiz Estevam
Rua Luiz Rufino
Rua Manoel Alves
Rua Manoel Coringa de Lemos
Rua Manoel de Pininha
Rua Manoel Rodrigues
Rua Manoel Santiago
Vila Maria Nova
Rua Maria Nova
Rua Morro do Careca
Rua Morro do Careca
Travessa Morro do Careca
Rua Nossa Senhora de Fátima
Rua Nossa Senhora dos Navegantes
Vila Santa Helena
Rua Santo André
Rua Santo Antônio
Rua Virgílio Cardoso
Rua Djalma Maranhão
Rua Manoel Sátiro
Rua Teotônio Vilela
Travessa Teotônio Vilela
Rua Serquiz Elias

SEÇÃO 03 - ESCOLA JOSEFA BOTELHO

clique na imagem para ampliar

SEÇÃO 03
ESCOLA MUNICIPAL JOSEFA BOTELHO
Rua Manoel Congo, 318 – Vila de Ponta Negra
Votação das 8h às 17h

Lista de ruas cadastradas nesta seção [download da listagem]:

Rua Eduardo França
Rua Francisco Simplício
Travessa Manoel Felipe
Rua Raimundo Nonato de Oliveira
Travessa Santa Rita
Rua Santa Rita
Rua São Pedro
Rua Alto da Boa Vista
Rua Areia Branca
Rua Estevam Pascoal
Vila Gabila
Rua João Bento Filho
Rua João Sabino
Rua Manoel Congo
Rua Miguel Matias
Rua Profa. Leonor de França
Rua Santa Luzia
Rua Santina da Silva
Rua São Geraldo
Vila São Geraldo
Rua São Raimundo