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Em setembro de 2011 o calçadão de PONTA NEGRA estava destruído! E agora? Mudou alguma coisa?

Diário de Natal - 2 de setembro de 2011 

Má conservação afasta freqüentadores dos calçadões


Caminhar pelos calçadões das praias urbanas de Natal não tem sido um dos serviços mais fáceis nos últimos tempos. A falta de infraestrutura se espalha ao longo de toda orla da capital potiguar, desde a praia de Ponta Negra, passando pela Via Costeira, até as proximidades da ponte Newton Navarro. Os esportistas amadores, em especial os que caminham, correm e pedalam à beira da praia, são os que mais reclamam da atual situação dos calçadões, pois são os que diariamente utilizam-se dos locais para a prática esportiva.


Força da maré derrubou calçadão na praia do Forte. Serviço custará R$ 200 mil Foto: Carlos Santos/DN/D.A Press
Para o garçom Gilson Dantas, 30 anos, que pelo menos três vezes por semana faz caminhada no calçadão de Ponta Negra, a falta de cuidados com o patrimônio público reflete no afastamento dos frequentadores da praia que é um dos principais pontos turísticos. "O pior problema é a falta de manutenção, que acaba criando muitos buracos, deixando pedras soltas pelo caminho, causando desnível. Muitas vezes já vim caminhando desatento, cai em um buraco e quase torço o pé. Essa falta de estrutura acaba afastando até mesmo quem não vem para caminhar ou correr", afirma Gilson. Segundo ele, em muitos pontos do passeio público, as depressões são formadas devido a canos de saneamento básico, que estouram e terminam também jogando esgoto para as calçadas.

Frequentador diário do calçadão da praia de Areia Preta, o biólogo Felismino Fernandes, 49 anos, também culpa a falta de cuidado pela atual situação do calçadão. "Caminho duas vezes por dia e vejo como está ruim a situação do calçadão desta praia. Tem vários pontos em que a estrutura metálica de sustentação está completamente corroída, assim como estava quando aquele trecho que caiu em fevereiro. É muito perigo", aponta o biólogo.

RecuperaçãoA obra de recuperação do trecho, que desabou no dia 8 de fevereiro deste ano, após vários adiamentos e reformulações no prazo, sendo o último no mês passado, deverá ser concluída apenas em outubro. De acordo com o secretário municipal de serviços urbanos, Cláudio Porpino, a data foi firmada com a construtora responsável pela obra. "O que ficou acertado com a construtora Engecal é de que a obra de recuperação seja entregue até outubro, no máximo", afirmou o titular da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur).

Ainda de acordo com o secretário, a recuperação de parte do calçadão que arriou nas imediações da praia do Forte na semana passada deverá ser iniciada em breve. Está previsto para hoje a escolha da empresa que irá realizar o serviço, que deverá custar aproximadamente R$ 200 mil. "Recebi os orçamentos e no mais tardar nesta sexta-feira estarei anunciando a empresa escolhida. Assim as obras deverão começar já na próxima segunda-feira (5)", disse Cláudio Porpino.

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