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PLANO DIRETOR: Ambientalista e promotora criticam fórmula de discussão das ZPAs

>>> Querem meter a mão no que resta da cidade, e bem na nossa frente. Semurb não divulga como se deve a Audiência Pública, não amplia o debate, não convida as pessoas como deveria convidar... querem mesmo fazer tudo as pressas e armar um teatro para justificar a revisão. Onde vamos parar? Se vierem com espigões de novo para cima do Morro do Careca teremos que sair de novo às ruas! Em vez de planejar, de avançar, temos que ficar tomando conta pra não deixar as coisas erradas piorarem ainda mais. IMPRESSIONANTE! #


 Publicação: 01 de Junho de 2011 às 11:18

Júnior SantosAudiência pública de regulamentação e revisão de proteção ambientais e instrumentos de ordenamento urbano.Audiência pública de regulamentação e revisão de proteção ambientais e instrumentos de ordenamento urbano.

A Prefeitura de Natal, através da Semurb, realizou na manhã de hoje, no auditório do Sebrae, uma audiência pública a respeito da regulamentação de quatro zonas de preservação ambiental (ZPAs), referentes às áreas que envolvem o Morro do Careca, os mangues do rio Potengi, o rio Doce e a região no entorno do farol de Mãe Luiza. Também foi debatida a revisão das ZPAs dos Guarapes e do Pitimbu. A expectativa do secretário de Meio Ambiente e Urbanismo, Bosco Afonso, é que a audiência, que se completa na sexta-feira com a discussão de outros temas, seja o ponto inicial das discussões.

O ambientalista Francisco Iglesias, da Associção Potiguar Amigos da Natureza, demonstrou preocupação com a forma como os assuntos, de extrema importância para a cidade, serão discutidos. Ele defende a realização de um trabalho mais amplo de análise, semelhante ao de uma conferência, e lamentou a pouca divulgação das audiências desta semana. "Tinha de haver mais debates e mais participação popular", resumiu.

A promotora Gilka da Mata afirmou que só recebeu o convite após interpelar a secretaria e quando já tinha tido conhecimento da solenidade, através da Internet. Ela disse que o Ministério Público vai acompanhar todo o processo de discussão das seis zonas e defendeu também o amplo debate. A perspectiva da Prefeitura é que seja aberto um prazo de 10 dias, a partir das audiências desta semana, para que a comunidade possa apresentar sugestões às propostas já concebidas pelo Município, através do site da Semurb.

Bosco Afonso acredita que os projetos possam ser encaminhados à Câmara Municipal no segundo semestre. "E a Câmara poderá ampliar ainda mais os debates", considera. Na sexta-feira, no auditório do Sebrae, às 8h, será a vez da discussão a respeito da Outorga Onerosa do Direito de Construir, da Transferência do Direito de Construir, das operações urbanas e dos planos setoriais.

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