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dia 24 de abril :: ESTRAGOS DA CHUVA || E A CIDADE CONTINUA DESPREPARADA!!

Natalense sacode a lama

Foto: Joana Lima/DN

No KM-6 os carros diminuiram a velocidade para transpor a “Curva da Morte”

No dia seguinte ao temporal que inundou a cidade, Natal ainda apresentava resquícios das inundações. Nos trechos que foram alagados, as águas baixaram deixando lixo espalhado. Nas ruas, muita lama e mal cheiro. Moradores limpavam as calçadas, contavam os prejuízos e trabalhavam na restauração do que foi destruído pelas chuvas.

As marcas com mais de um metro de altura revelam na parede o sufoco de quem viveu horas de desespero durante a maior chuva dos últimos dez anos em Natal. Ontem, na manhã seguinte ao temporal, o dia foi de recuperar os estragos e limpar a sujeira deixada pela enxurrada.[...]

[leia matéria completa no Diário de Natal - 25/04/08]

Formação foi de modo repentino

A chuva que caiu na manhã da última quarta-feira em Natal foi causada pela atuação da chamada ‘‘Zona de Convergência’’ sobre o litoral leste do RN, segundo Gilmar Bristot, da EMPARN. As nuvens formadas no oceano foram trazidas pela brisa marinha na manhã da quarta, provocando fortes chuvas, inclusive com relâmpapagos. O índice de chuvas na capital foi 116 milímetros durante o dia inteiro. Foram registradas chuvas em mais 70 municípios do estado. A previsão é de mais chuvas para esse final de semana.

A ‘‘ Zona de Convergência’’ é uma faixa de área próxima à Linha do Equador para onde convergem os ventos Alísios do Oceano Atlântico, tanto do Sul quanto do Norte. A ação desses ventos faz com que o ar quente e a umidade sobre os oceanos subam aos altos níveis da Atmosfera, onde se formam as nuvens de chuva.

A brisa marinha que começa a soprar logo pela manhã trouxe essas nuvens para o estado. A forte pressão provocada pela alta temperatura no dia anterior se chocou com as nuvens, causando o temporal que caiu sobre a capital do Estado na quarta-feira.[...]

[leia matéria completa no Diário de Natal]

Enchentes trazem risco de doenças

As enchentes causadas pelas fortes chuvas, além dos transtornos com o trânsito e a lama invadindo as casas, trazem também o risco de disseminação de doenças, como a Leptospirose, Hepatite A e a Febre Tifóide. Essas doenças são transmitidas principalmente pelo contato com água e lama contaminadas. A população deve tomar alguns cuidados para evitar o contágio dessas doenças.

A Secretaria Estadual de Saúde Pública alerta que como a contaminação dessas doenças se dá pelo contato com água e alimentos contaminados, a população que tem suas casas invadidas pelas águas deve tomar certos cuidados após as enchentes: evitar o contato com a lama e a água das chuvas; não deixar que os filhos tomem banho nas poças formadas pelas enchentes; não consumir água que não tenha sido fervida ou tratada; nem consumir os alimentos que tiveram contato com a água da chuva, principalmente se eles tiverem alterações de cor, cheiro ou de consistência.

Tanto a Febre Tifóide quanto a Hepatite A são contraídas pelo consumo de água e alimentos contaminados. A primeira é causada pela bactéria Salmonella typh e provoca febre alta, dores de cabeça, cansaço, diminuição da frequência cardíaca e aparecimento de manchas rosas na pele. Após três semanas, o paciente apresenta falta de apetite, diarréia, vômitos, aumento no volume no baço, tosse e até delírios.[...]

[leia matéria completa no Diário de Natal]

Bombeiros se superam para atender as demandas

Resgate de pessoas, controle de início de incêndios, árvores caídas, desabamentos e inundações, somaram ao todo 227 chamados ao Corpo de Bombeiros durante a quarta-feira passada. Natal e toda sua região metropolitana sofreram prejuízos com a chuva que caiu, sendo Petrópolis, Ribeira, Cidade da Esperança, Nova Descoberta, Nossa Senhora da Apresentação e Capim Macio, os bairros que mais geraram ocorrências atendidas pelos Bombeiros. Para atender os chamados, a corporação contou com 10 equipes, composta por 60 homens.[...]

[leia matéria completa no Diário de Natal]

Dia de calcular prejuizos causados pelas seis horas de chuvas

Foto: Alex Régis

DANOS - Prefeitura inicia recuperação de ruas prejudicadas com as chuvas

Baixado o volume das águas, o momento foi de arregaçar as mangas, limpar a sujeira e calcular os prejuízos causados pelas seis horas de chuvas que caíram em Natal na última terça-feira. Ontem, o dia foi de muito trabalho tanto para os populares como para a prefeitura que já começou a trabalhar em alguns pontos da cidade.

[leia matéria completa na Tribuna do Norte - 25/04/08]

Natal acorda cedo para reparar os estragos

Foto: Wellington Rocha

Curva da Morte

O sol ajudou na limpeza de ruas e dentro das casas. População contabiliza equipamentos danificados, várias goteiras e muita umidade

Natalenses aproveitaram o sol, na manhã de hoje, para reparar os danos causados pelo intenso temporal que castigou os quatro cantos da capital, ontem, quarta-feira. Com a trégua da chuva, funcionários de vários órgãos públicos já avançam nos trabalhos de recuperação das estradas e pontos de alagamento. Em alguns trechos da cidade, os estragos deixaram os moradores assustados com a força da água. A previsão da meteorologia é de mais chuva nos próximos dias.[...]

[leia matéria completa no Jornal de Hoje]

Moradores culpam obra por inundação de casas

Foto: Eduardo Felipe

Moradores ameaçam não pagar IPTU

Areia usada pela Prefeitura foi levada pelas chuvas fortes e que formou barreira na frente da galeria de escoamento de lagoa de captação

Moradores da rua João Florêncio Queiroz, em Capim Macio, ameaçam não pagar mais o IPTU, caso a Prefeitura não tome providências urgentes, em relação às obras de pavimentação e drenagem no local, como também, a desobstrução de galerias e bocas-de-lobo, que escoam a água da chuva para uma lagoa de captação, no mesmo bairro.

Com o intenso temporal que caiu há três dias na cidade, várias casas e comércios da rua foram inundados por causa da falta do investimento público, disseram.

O problema se agravou, ironicamente, depois que a Prefeitura resolveu construir uma segunda lagoa de captação, vizinha a que já existia. Durante a execução da obra, um acesso foi improvisado entre as ruas João Rodrigues da Silva e Alcino Dias de Oliveira. Com a enxurrada, parte da areia utilizada na construção foi toda deslocada para a rua João Florêncio, chegando a formar uma barreira na frente da entrada da galeria principal da lagoa.[...]

[leia matéria completa no Jornal de Hoje]

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